quinta-feira, dezembro 15, 2005

HISTÓRIA DE NATAL

Era uma vez um homem perfeito que conheceu uma mulher perfeita.
Formavam um casal perfeito.
Numa noite de Natal, ia o casal perfeito, por uma estrada deserta, quando viram alguém no acostamento pedindo ajuda.
Como eram pessoas perfeitas, pararam para ajudar.
Essa pessoa era nada mais nada menos do que o Pai Natal, cujo trenó tinha avariado.
Não querendo deixar milhões de crianças decepcionadas, o casal perfeito ofereceu-se para ajudá-lo a distribuir os presentes.
O bom velhinho entrou no carro e lá foram eles.
Infelizmente o carro envolveu-se num acidente e somente um dos três ocupantes sobreviveu.

Pergunta:
Quem foi o sobrevivente do trágico acidente?
A mulher perfeita, o homem perfeito ou o Pai Natal?

(leia mais abaixo)

Resposta:
A mulher perfeita sobreviveu. Na verdade, ela era a única personagem real dessa história.
Toda a gente sabe que o Pai Natal e homem perfeito não existem.

(Se você é mulher, pode fechar a mensagem, a piada acaba aqui.)

(Homens podem continuar a ler abaixo)

Agora que elas se foram, vamos falar sério...
Se o Pai Natal não existe, nem o homem perfeito,
fica claro que quem conduzia era a mulher "perfeita",
o que explica o acidente ("mulheres ao volante") lolololol.

Agora, rapazes, deixem-me provar uma teoria:

Se você é mulher e leu até aqui, fica provada mais uma teoria:
Mulheres são curiosas e incapazes de seguir instruções!

A LINGUA PORTUGUESA É MESMO MUITO TRAIÇOEIRA

Numa empresa portuguesa, por causa das fotocópias, foi emitida a seguinte circular:

Caros Colegas:
Pede-se encarecidamente ao pessoal da empresa, que no momento de solicitar fotocópias aos colegas da Central de Cópias, o façam de uma forma clara e objectiva, completando as frases que escreverem.
Acontece que os "post it" anexados aos documentos a fotocopiar têm causado problemas a alguns dos nossos companheiros de trabalho que nos fazem o favor de tirar as cópias, chegando ao extremo de criar problemas conjugais.
Como exemplo, citamos algumas notas de "post it" encontradas nos bolsos dos maridos:

- Por favor, João, depressa!... o gerente também está à espera!

- Daniel, faz-me como o fizeste da outra vez!

- Zé, dá-me duas, rapidinho!

- Pedro, pelos dois lados... e presta atenção que por trás tem que ficar tudo.

- Por favor, Jorge, primeiro a mim, que estou aflita.

- Quando tirares, faz com que se veja o melhor possível.

- Pode ser sem pressa, mas que fique bem feito!

- Luís, urgente! Podes meter-me no meio sem que ninguém perceba e fazer rapidinho?

- António, pode ser pela frente e por trás. Se não conseguires, dá-me duas separadas.

- Então, Fernando, quando é que me fazes o trabalhinho? Estou a ficar aflita.